Um Papa que não tem medo de encostar nas pessoas, de dar um abraço apertado, um beijo, até naqueles que muitos nem olham na cara. Seu testemunho nos leva a refletir, mas também nos animar a chegar naqueles que o mundo esquece, a nos fazer presentes nas periferias, no meio daqueles que não contam.
Um Papa que prega a pobreza, mas que vive pobremente, que não tem medo de enfrentar as reformas que a Igreja hoje precisa e que desde sua autoridade moral fala para um mundo que também precisa de reformas que possibilitem um novo jeito de relacionamento humano.
São sinais de esperança, de alegria, do Reino, que devemos construir entre todos e todas, pois para Deus cada um é importante, protagonista da história. Vamos lá?
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