jueves, 13 de marzo de 2014

Um ano de Francisco

Já passou um ano e ainda não perdemos a alegria que brotou no primeiro dia, alegria que com o passar do tempo foi crescendo e crescendo. Ninguém esperava tal coisa, mas as consequências tem sido fantásticas, enchendo de vida uma Igreja que estava para baixo. Chegou um Papa do fim do mundo, diferente, espontâneo, sorridente, profético, com poucas palavras e muitos gestos, com palavras claras, que todo mundo entende, até aqueles que se incomodam entendendo. 

Um Papa que não tem medo de encostar nas pessoas, de dar um abraço apertado, um beijo, até naqueles que muitos nem olham na cara. Seu testemunho nos leva a refletir, mas também nos animar a chegar naqueles que o mundo esquece, a nos fazer presentes nas periferias, no meio daqueles que não contam.

Um Papa que prega a pobreza, mas que vive pobremente, que não tem medo de enfrentar as reformas que a Igreja hoje precisa e que desde sua autoridade moral fala para um mundo que também precisa de reformas que possibilitem um novo jeito de relacionamento humano.

São sinais de esperança, de alegria, do Reino, que devemos construir entre todos e todas, pois para Deus cada um é importante, protagonista da história. Vamos lá? 

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