O grande desafio é ser fermento na massa, numa massa que quer Deus para melhorar de condição de vida e fazer uso dele quando querer e precisar. Aos poucos isso vai entrando dentro das pessoas e é difícil ter uma postura diferente sem correr o risco de ser ignorado, rejeitado, ridicularizado...
Apostemos pelas pequenas comunidades, partilhemos a fé e a vida de verdade, não deixemos nossa vida em casa e nossa fé na Igreja, sintamos esse Deus que ressuscitado quer habitar no meio de nós, sejamos instrumento de contradição, de pergunta, de questionamento. Imitemos mais o agir daquele que se comprometeu até morrer na Cruz, mas está vivo no meio de nós e nos mostra que vale a pena dar a vida até as últimas consequências, pois só assim viveremos para sempre.