Depois de cinquenta anos do Concilio Vaticano II continuamos refletindo sobre o jeito de ser Igreja que surgiu a partir daquele grande evento eclesial, mas refletimos com medo, pois não estamos dispostos assumir as mudanças que esse novo jeito traz. Ser Igreja de comunidades, de CEBs é um desafio que pode fazer que o mundo descubra de um jeito melhor aquilo que Jesus veio fazer realidade, a construção do Reino.
Mas sentimos paixão pelo Reino, é isso o que fundamenta hoje nossa caminhada eclesial? Ou ainda continuamos querendo caminhar com velhas estruturas, que marcam diferenças entre as pessoas? Como ser essa Igreja que tem sinais diferentes, que toma postura diante daquilo que acontece em nosso meio?
Vivemos tempos novos, diferentes, tempos onde temos que comunicar o que somos e acreditamos, nem só com as palavras e sim com as atitudes, que sejam entendidas claramente por todo mundo. Somos chamados a sair de nós mesmos, a abandonar estruturas caducas e agir com decisão.
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